“Boi China” deve resistir às salvaguardas impostas pelo país asiático à carne bovina

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Expectativa do setor é de manutenção das exportações brasileiras, apesar de medidas comerciais adotadas pela China

O mercado do chamado “boi China” deve resistir aos efeitos das salvaguardas anunciadas pelo governo chinês para a carne bovina, segundo avaliação do setor pecuário. Mesmo com a adoção de medidas para conter o avanço das importações, a expectativa é de que a demanda chinesa continue sustentando os embarques brasileiros.

A China segue como o principal destino da carne bovina do Brasil, e a dependência do país asiático em relação ao fornecimento externo é considerada um fator que reduz o impacto prático das salvaguardas. O entendimento é de que, mesmo com possíveis restrições, o volume importado deve permanecer elevado.

O setor avalia que o Brasil mantém vantagens competitivas, como escala de produção, regularidade na oferta e capacidade de atender aos padrões exigidos pelo mercado chinês. Além disso, a carne brasileira segue sendo um produto estratégico para o abastecimento do país asiático.

Diante desse cenário, a expectativa é de que o boi China continue sendo um importante balizador do mercado pecuário, mesmo em um ambiente de maior atenção às políticas comerciais adotadas pelo principal parceiro internacional da carne bovina brasileira.

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