A cotação do milho atingiu o menor patamar desde outubro de 2025, refletindo um cenário de pressão da oferta e baixa liquidez nas negociações. O movimento de queda ocorre em meio ao avanço da colheita da soja, que libera áreas para a segunda safra e amplia a expectativa de maior disponibilidade do cereal nos próximos meses.
Compradores seguem atuando de forma cautelosa, priorizando estoques já adquiridos e realizando aquisições pontuais, o que limita reações positivas nos preços. Do lado dos produtores, a necessidade de liberar espaço em armazéns tem levado a maior flexibilidade nos valores praticados.
O mercado permanece atento ao ritmo da semeadura do milho segunda safra, ao comportamento da demanda interna e à logística de escoamento, fatores que devem continuar influenciando a formação de preços no curto prazo.
